terça-feira, 25 de junho de 2013

Belezinhas via Amazon UK: Harry Potter Ultimate Edition 6

Eis que um item mui aguardado chega pra completar a coleção! Senhoras e senhores, com vocês, HARRY POTTER ULTIMATE EDITION 6, direto da terra da Rainha.



Interessou??? Olha ai todos os BDs disponíveis nos EUA:

   
   

Na Amazon do Reino Unido, bem mais em conta (lembre-se de que todo o material extra está em DVD região 2:


     

 (Atenção: A Ultimate Edition 7 é importada dos EUA!)

Ah, na UK ainda tem essa linda edição que aqui no Brasil está sendo vendido por uma bagatela de R$ 2000!!! Sim, isso mesmo! Ou seja, mesmo que você compre e seja taxado pela Dilma Receita Federal, vai sair beeeeem mais barato (menos da metade!).

quarta-feira, 19 de junho de 2013

O Outono brasileiro (o gigante acordou!)



Sim, o titulo desse post é uma clara referência ao movimento que ficou conhecido como "A Primavera Árabe", movimento este que nos países do oriente médio chegou a derrubar governos. Aqui, infelizmente, não acredito que cheguemos  tanto, mas que certamente já serve para abalar um tiquinho que seja a confiança dos que estão no comando. 

O povo brasileiro sempre foi conhecido por sua inércia mediante os abusos políticos cometidos no decorrer de cinco séculos de história. Somos um povo pacífico, dizem. Até demais. Salvo alguns momentos como a Revolta da Vacina no início do século XX, a luta contra a ditadura militar nos anos 1960 e 1970, as manifestações pelas diretas, em 1984 e o impeachment do presidente Collor, em 1992, culturalmente nós tentemos a aceitar as coisas passivamente. Afinal, tem carnaval todo ano e o campeonato brasileiro de futebol está aí desde a década de 1970! Fora a Copa do Mundo, de quatro em quatro anos! Pão e Circo (ok, mais circo do que pão) garantidos para apaziguar os ânimos, principalmente da grande maioria (propositada mete?) mal educada e mal informada.

Mas parece que não é mais o bastante! E já não era sem tempo!

As manifestações que se formaram nas redes sociais e saíram para as ruas em muitas capitais e outras cidades começaram com o aumento das passagens de ônibus (e metrôs, trens e barcas também), algo que a mídia logo tentou diminuir (afinal, são "apenas 20 centavos"!). Mas logo palavras de ordem contra os gastos excessivos com a Copa, principalmente com estádios, alguns dos quais já ano que vem serão verdadeiros elefantes brancos na sala, contra a corrupção crescente a olhos vistos, contra os altos impostos que não retornam em benefício a população foram se espalhando e a insatisfação geral e generalizada tornaram-se hinos nas passeatas que estão reunindo milhares, até mesmo fora do país!



Curiosamente, a imprensa em geral só começou a dar ouvidos e a divulgar com esmero as manifestações quando a truculência policial, que responde a ordem dos governantes, tomou conta das ruas, feriando gravemente até jornalistas e outros inocentes. Foi a gota d'água realmente para inflar mais ainda as manifestações e, infelizmente, inflamar o ódio de pequenos grupos dentre os milhares, grupos esses que, com infiltrados ou não (teoria da conspiração a toda!), aproveitaram para transformar as passeatas pacíficas em praças de guerra, com atos de vandalismos despropositados. Depredações contra o patrimônio público e privado passaram a ser vistos mundo a fora através da imprensa internacional e por pouco não desmoralizam todo o movimento. Esses babacas (com o perdão da palavra) não entendem que a ocupação do teto da Câmera dos Deputados e do Senado na segunda-feira foi um ato muito mais significativo e intenso do que tacar fogo em carros, em vans da imprensa, linchar policiais (que mal ou bem apenas obedecem ordens), pichar paredes históricas e destruir monumentos tombados.

O mais importante disso tudo, porém, é que o movimento não perca a força. Que a decisão de algumas prefeituras em já rever o aumento das passagens, embora seja uma resposta clara às manifestações, não enfraqueça a luta. É preciso levar a mensagem CLARA ao povão, que não entende porque os jovens (e nem tão jovens) estão indo as ruas, "atrapalhar sua volta para casa", já que ainda não é carnaval nem o país foi campeão na Copa. É preciso reivindicar sempre e não descansar até que o governo realmente trema nas bases e entenda de vez que ele está ali para nos atender, e não o contrário. Caso contrário, o circo da Copa  do Mundo no ano que vem tomará de vez de assalto o povo - em ano eleitoral, como sempre - e fará cumprir a máxima de que o brasileiro não tem memória, se esquecendo do quão importante está sendo esse final de outono brasileiro.

#vemprarua 

domingo, 9 de junho de 2013

O início de tudo

Em maio de 1983, mais precisamente dia 25, chegou aos cinemas dos EUA o terceiro e último filme da trilogia original de GUERRA NAS ESTRELAS ("Star Wars" é para os fracos!): O RETORNO DE JEDI, que só seria lançado em terras brasilis em outubro do mesmo ano (um intervalo inimaginável para os dias de hoje, onde a internet compete deliberadamente com o cinema). Mas você deve estar pensando que estou maluco e no mínimo sendo incongruente: se esse é o terceiro filme da franquia, ou melhor, trilogia, porque o título do post é "o início de tudo". Pois eu explico:

Em 1983 eu tinha sete anos de idade (faria oito em dezembro daquele ano) e não fazia a menor idéia do que era GUERRA NAS ESTRELAS. Minha experiência cinematográfica havia começado praticamente no ano anterior, quando fui assistir a E.T. - o Extra Terrestre (1982) no dia de seu lançamento, 25/12, no falecido e magnânimo cinema Riam, na praia de Copacabana. Antes disso, alguns desenhos animados (relançamentos de clássicos da Disney como Pinocchio e Bambi) foram motivo para meus pais me levarem ao cinema, mas nada que pudesse formar uma cultura cinematográfica por assim se dizer. Mas quando meu pai pegou a mim e meus irmãos e nos levou para o Roxy, em Copacabana também, assistir a esse flme que, segundo ele, seria a conclusão de uma história bem bacana, recheada de fantasia e ficção científica (esta uma paixão de meu pai), tudo mudou.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Faroeste do bom!


"Não tinha medo o tal João de Santo Cristo
Era o que todos diziam quando ele se perdeu...". 

Com esse verso se iniciava a música que se tornaria uma lenda no rock nacional. "Faroeste Caboclo", do Legião Urbana, contava a história do caboclo João, vindo da fictícia Santo Cristo, no sertão baiano, para fazer a vida em Brasília, onde se apaixonava por Maria Lúcia e por ela duelava com Jeremias, o traficante de renome que apareceu por lá.  Pois a opereta criada por Renato Russo finalmente chegou à tela grande pelas mãos do diretor René Sampaio, em seu primeiro trabalho para o cinema, sendo escrito por Marcos Bernstein (de "O outro lado da rua" e "Central do Brasil") e Victor Atherino ("Somos tão jovens"). 

De cara os fãs mais ardorosos vão chiar, já digo logo. O filme apenas se baseia na canção escrita em 1979 e que se tornaria sucesso no álbum "Que país é esse?" de 1987. O principal está lá: os personagens. O amor de João (Fabrício Boliveira) e Maria Lúcia (Isis Valverde, debutando no cinema, de onde nunca deve sair!) e a rixa com Jeremias (Felipe Abib), mote principal da letra, também. E, claro, Pablo (Cesar Trancoso), o primo peruano que vivia na Bolívia e muitas coisas trazia de lá. E só. O que de maneira nenhuma torna o filme ruim, muito pelo contrário! Sampaio conseguiu conduzir com extrema competência esse verdadeiro bangue-bangue brasileiro, com direito a trilha sonora e enquadramentos dignos dos melhores westerns spaghetti de Sergio Leone. Palmas para a fotografia de Gustavo Hadba e para a direção de arte de Tiago Marques; a caracterização da Brasília e das cidades satélites do início dos anos 1980 estava impecável. 

É provável que o filme faça muito mais sucesso por conta da nostalgia do público diante da canção / hino do que pelo próprio filme em si, o que não é demérito de maneira alguma, muito pelo contrário! Mas quem esteve fora do Brasil - ou do mundo - nos últimos 26 anos, e nunca ouviu a música do Legião Urbana, certamente vai se divertir bastante com um bom filme de ação.

Seria mais ou menos essa a notícia do duelo.



A letra de Faroeste Caboclo: http://letras.mus.br/legiao-urbana/22492/



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